<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Avicultura Inteligente</title>
	<atom:link href="http:///avicultura/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>/avicultura</link>
	<description>www.aviculturainteligente.com.br</description>
	<lastBuildDate>Sun, 23 May 2010 13:59:05 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.8.6</generator>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<item>
		<title>Guia de Manejo Cobb para Frango de Corte em português</title>
		<link>/avicultura/2010/05/23/guia-de-manejo-cobb-para-frango-de-corte-em-portugues/</link>
		<comments>/avicultura/2010/05/23/guia-de-manejo-cobb-para-frango-de-corte-em-portugues/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 23 May 2010 13:53:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Ribeiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Manuais Técnicos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[cobb]]></category>
		<category><![CDATA[frango de corte]]></category>
		<category><![CDATA[manual]]></category>

		<guid isPermaLink="false">/avicultura/?p=293</guid>
		<description><![CDATA[




O Manual de Manejo de Frangos de Corte Cobb destaca os principais fatores que podem influenciar o desempenho do plantel. Ele faz parte do nosso serviço de informações técnicas, juntamente com o Manual de Incubatórios Cobb, os Boletins Técnicos e diversos gráficos de desempenho. Nossas recomendações são baseadas em modernos conhecimentos científicos e na experiência [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Easy AdSense V2.79 -->
<!-- Post[count: 2] -->
<div class="ezAdsense adsense adsense-leadin" style="float:right;margin:12px; "><script type="text/javascript"><!--
google_ad_client = "pub-1213643583738263";
/* 234x60 ezAdsense, created 11/25/08 */
google_ad_slot = "8050392339";
google_ad_width = 234;
google_ad_height = 60;
//-->
</script>
<script type="text/javascript"
src="http://pagead2.googlesyndication.com/pagead/show_ads.js">
</script></div><p style="text-align: left; ">O Manual de Manejo de Frangos de Corte Cobb destaca os principais fatores que podem influenciar o desempenho do plantel. Ele faz parte do nosso serviço de informações técnicas, juntamente com o Manual de Incubatórios Cobb, os Boletins Técnicos e diversos gráficos de desempenho. Nossas recomendações são baseadas em modernos conhecimentos científicos e na experiência prática obtida no mundo todo. A legislação local deve ser observada, pois poderá influenciar as práticas de manejo adotadas.</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-296" title="manual_cobb_manejo_frango_corte" src="/avicultura/wp-content/uploads/2009/12/manual_cobb_manejo_frango_corte.jpg" alt="manual_cobb_manejo_frango_corte" width="336" height="457" />O Manual de Manejo de Frangos de Corte Cobb foi elaborado para servir de referência, como um suplemento às suas próprias práticas de manejo, para que você possa aplicar seus conhecimentos e critérios para alcançar bons resultados, continuamente, com a linha de produtos Cobb.</p>
<p>O compromisso da Cobb com o aperfeiçoamento genético continua aumentando o potencial de desempenho de frangos e matrizes de corte em todas as áreas de produção. Entretanto, a fim de expressar plenamente o potencial genético e alcançar níveis consistentes de produção entre os lotes, é importante que haja um bom programa de manejo a ser seguido pelo produtor. O sucesso mundial da Cobb proporcionou grande experiência de manejo em suas linhagens, em uma vasta gama de situações, como climas quentes e frios, ambientes controlados e em galpões abertos. Este Manual de Manejo de Frangos de Corte Cobb foi elaborado com o objetivo de auxiliar a elaboração do seu programa de manejo.</p>
<p><span id="more-293"></span>O programa de manejo não deve apenas satisfazer as necessidades básicas tdos plantéis, mas precisa estar finamente ajustado para que o potencial das aves seja aproveitado integralmente. Algumas diretrizes podem precisar de adaptações dependendo da localidade, de acordo com a experiência de cada produtor, e com a assistência da nossa equipe técnica.</p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;">Download: <a class="downloadlink" href="/avicultura/wp-content/plugins/download-monitor/download.php?id=17" title=" downloaded 2976 times" >Cobb - Manual Frango Corte (2976)</a></span></strong></p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;"><br />
</span></strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>/avicultura/2010/05/23/guia-de-manejo-cobb-para-frango-de-corte-em-portugues/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Estudo dos fatores que influenciam o peso de pintos de um dia: idade da matriz e peso</title>
		<link>/avicultura/2010/05/23/estudo-dos-fatores-que-influenciam-o-peso-de-pintos-de-um-dia-idade-da-matriz-e-peso/</link>
		<comments>/avicultura/2010/05/23/estudo-dos-fatores-que-influenciam-o-peso-de-pintos-de-um-dia-idade-da-matriz-e-peso/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 23 May 2010 13:39:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Ribeiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Manejo]]></category>
		<category><![CDATA[matriz]]></category>
		<category><![CDATA[peso]]></category>
		<category><![CDATA[pinto]]></category>
		<category><![CDATA[um dia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">/avicultura/?p=656</guid>
		<description><![CDATA[




A idade da matriz é um dos fatores que influenciam o peso do ovo e consequentemente o peso do pinto de um dia. Sabe-se que matrizes mais velhas tendem a produzir ovos mais pesados (1), porém, é possível a ocorrência de ovos de mesmo peso provenientes de matrizes de idades distintas, bem como, ovos de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-659" title="pinto-rambo" src="/avicultura/wp-content/uploads/2010/05/pinto-rambo.jpg" alt="pinto-rambo" width="304" height="352" />A idade da matriz é um dos fatores que influenciam o peso do ovo e consequentemente o peso do pinto de um dia. Sabe-se que matrizes mais velhas tendem a produzir ovos mais pesados (1), porém, é possível a ocorrência de ovos de mesmo peso provenientes de matrizes de idades distintas, bem como, ovos de pesos distintos provenientes de matrizes de mesma idade. Uma vez que o peso do ovo aumenta com a idade da matriz devido ao incremento de gema, enquanto que em um lote de matrizes de mesma idade, ocorre variação no peso do ovo devido ao aumento na proporção de albúmen (2) torna-se necessário esclarecer se ovos de mesmo peso produzidos por matrizes de idades distintas resultarão em pintos de um dia de mesmo peso e qualidade. Desta forma o objetivo deste trabalho foi avaliar o peso dos ovos, de seus componentes e dos pintos de um dia produzidos por matrizes de 29 e 55 semanas.</p>
<p><em>AB Traldi, JFM Menten, AMC Racanicci, PWZ Pereira, PV Rizzo, JAS Pereira<br />
Departamento de Zootecnia – ESALQ/USP. Piracicaba, SP, Brasil</em></p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;">Veja o trabalho: <a class="downloadlink" href="/avicultura/wp-content/plugins/download-monitor/download.php?id=43" title=" downloaded 596 times" >Estudo dos fatores que influenciam o peso de pintos de um dia: idade da matriz e peso do ovo (596)</a></span></strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>/avicultura/2010/05/23/estudo-dos-fatores-que-influenciam-o-peso-de-pintos-de-um-dia-idade-da-matriz-e-peso/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Avaliação da qualidade da farinha de carne e ossos</title>
		<link>/avicultura/2010/05/23/avaliacao-da-qualidade-da-farinha-de-carne-e-ossos/</link>
		<comments>/avicultura/2010/05/23/avaliacao-da-qualidade-da-farinha-de-carne-e-ossos/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 23 May 2010 13:25:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Ribeiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estudos]]></category>
		<category><![CDATA[composição química; matéria-prima; processamento]]></category>
		<category><![CDATA[farinha carne]]></category>
		<category><![CDATA[nutrição]]></category>

		<guid isPermaLink="false">/avicultura/?p=651</guid>
		<description><![CDATA[Com o objetivo de avaliar qualidade da Farinha de Carne e Ossos (FCO) produzida em Patos de Minas, realizou-se um experimento no período de janeiro a agosto de 2009, em uma indústria da cidade especializada na produção de farinha de carne e ossos. Avaliou-se 20 amostras FCO, sendo que 10 eram provenientes de matérias-prima com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-653" title="farinha_grande" src="/avicultura/wp-content/uploads/2010/05/farinha_grande-300x252.jpg" alt="farinha_grande" width="300" height="252" />Com o objetivo de avaliar qualidade da Farinha de Carne e Ossos (FCO) produzida em Patos de Minas, realizou-se um experimento no período de janeiro a agosto de 2009, em uma indústria da cidade especializada na produção de farinha de carne e ossos. Avaliou-se 20 amostras FCO, sendo que 10 eram provenientes de matérias-prima com maior quantidade de ossos, e 10, oriundas de matéria-prima com maior quantidade de vísceras. As analises foram realizadas no laboratório da própria fábrica, localizado nas dependências da empresa, de acordo com as metodologias propostas no Compêndio Brasileiro de Alimentação Animal. Foram analisados os valores de cálcio, fósforo, proteínas, umidade, extrato etéreo, acidez NaOH e peróxido. A farinha de carne e ossos produzida a partir de matéria-prima com maiores proporções de vísceras apresenta 4,91% a mais de proteína quando comparada com a FCO proveniente de matérias-primas com maior quantidades de osso.</p>
<p><span id="more-651"></span> <strong>INTRODUÇÃO</strong></p>
<p>Alguns alimentos apresentam pouca variação no seu valor nutricional; em contrapartida, outros não mostram padronização, apresentando grande variação em seus valores nutricionais (BRUMANO, 2005). Este fato se deve à diferença existente na composição da matéria-prima e no processamento pelo qual passam esses produtos (ROSTAGNO, 1990).<br />
A farinha de carne e ossos (FCO), subproduto de frigoríficos, tem tido sua produção incrementada nos últimos anos, devido ao aumento da produção pecuária. Entre os subprodutos de abatedouros e frigoríficos, a farinha de carne e ossos é a principal.<br />
Segundo o Compêndio Brasileiro de Alimentação Animal, a Farinha de Carne e Ossos é um ingrediente produzido por graxarias ou frigoríficos, sendo um subproduto da extração de gorduras a partir de ossos e outros tecidos da carcaça de animais (bovinos, suínos, ovinos, caprinos, eqüinos, bubalinos, etc) não aproveitadas para consumo humano. Este material é moído, cozido, prensado para extração da gordura e novamente moído. Não deve conter matérias estranhas à sua composição, sangue, cascos, unhas, chifres, pêlos e conteúdo estomacal, a não ser, os obtidos involuntariamente dentro dos princípios de boas práticas de fabricação e o cálcio não deve exceder a 2,5 vezes o nível de fósforo.<br />
A maior ou menor participação de restos de carne em relação ao conteúdo de ossos gera diversos tipos de farinhas de carne e ossos, que são diferentes entre si em valor nutricional e econômico. Também podem ocorrer fraudes e adulterações nas farinhas de carne e ossos, tais como a aplicação de calcário, para reduzir a acidez, a inclusão de raspa de couro ou uréia, para elevar a proteína bruta (SATORELLI, 1998).<br />
Quando produzida em frigoríficos, normalmente são utilizados como matéria-prima, resíduos da desossa completa dos animais abatidos, e o tempo entre o abate e o processamento da farinha pode ser controlado, bem como as condições de estocagem do resíduo das carcaças até o momento de seu processamento. Quando produzida por graxarias, normalmente são utilizados como matéria prima, resíduos de carcaças de animais coletados em açougues, frigoríficos, etc. Neste caso, não há controle das condições de estocagem do resíduo das carcaças até o momento de seu processamento (BRASIL, 2005).<br />
Desde modo, objetivou-se, neste trabalho, avaliar a qualidade da Farinha de Carne e Ossos produzida em Patos de Minas, MG, sendo uma proveniente de diferentes tipos de matéria-prima.</p>
<p><span style="color: #000000;"><em>Veja o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) do zootecnista Daniel Moreira Vilaça.</em></span></p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;">Download trabalho completo: <a class="downloadlink" href="/avicultura/wp-content/plugins/download-monitor/download.php?id=42" title=" downloaded 557 times" >Avaliação da qualidade da farinha de carne (557)</a></span></strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>/avicultura/2010/05/23/avaliacao-da-qualidade-da-farinha-de-carne-e-ossos/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Quantos aquecedores eu preciso?</title>
		<link>/avicultura/2010/05/23/quantos-aquecedores-eu-preciso/</link>
		<comments>/avicultura/2010/05/23/quantos-aquecedores-eu-preciso/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 23 May 2010 12:55:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Ribeiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Conforto Térmico]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[aquecedores]]></category>
		<category><![CDATA[aquecimento]]></category>
		<category><![CDATA[temperatura]]></category>

		<guid isPermaLink="false">/avicultura/?p=635</guid>
		<description><![CDATA[O inverno se aproxima e o frio já está presente em alguns lugares. Os produtores já começam a se preocupar com o aquecimento e os mais cuidadosos vão conferir a vedação do galpão. Sempre surge a dúvida se o sistema de aquecimento existente suprirá as necessidades do inverno. Por isto, seguem algumas dicas de como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O inverno se aproxima e o frio já está presente em alguns lugares. Os produtores já começam a se preocupar com o aquecimento e os mais cuidadosos vão conferir a vedação do galpão. Sempre surge a dúvida se o sistema de aquecimento existente suprirá as necessidades do inverno. Por isto, seguem algumas dicas de como dimensionar o sistema.</p>
<p>O primeiro passo é calcular a quantidade de calor que precisa ser gerada no galpão. Existem 3 fatores a serem considerados.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">1.     Perda de calor por condução</span></p>
<p><strong></strong>Quando um galpão é aquecido a uma temperatura maior que a do ar que o circunda, uma parte do calor escapa para fora através das paredes. A quantidade de calor perdida pode ser calculada de acordo com a seguinte equação:</p>
<p style="text-align: left; "><strong>Qcondução = U x Asuperfície x ΔT</strong></p>
<p>Onde:</p>
<p>U: coeficiente de transferência de calor que indica a qualidade da vedação do galpão (kW/m2 x °C);<br />
A: área de superfície do galpão exposta ao ar frio (m2);<br />
ΔT: diferença de temperatura entre o interior e o exterior do galpão (°C).</p>
<p><img class="size-full wp-image-637 alignnone" title="aquecedor1" src="/avicultura/wp-content/uploads/2010/05/aquecedor1.jpg" alt="aquecedor1" width="400" height="208" /></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><span id="more-635"></span>2.     Perda de calor pela ventilação</span></p>
<p>Um galpão também pode perder muito calor através da ventilação. Isto pode acontecer devido ventilação forçada, ventilação natural e vedação ruim. Podemos realizar o cálculo da seguinte forma:</p>
<p><strong>Qventilação = VR x ΔT x 0,00036</strong></p>
<p>Onde:</p>
<p>VR: taxa de ventilação do galpão (m3/h);<br />
ΔT: diferença de temperatura entre o interior e o exterior do galpão (°C).<br />
O valor 0,00036 é uma constante usada para conversão de volume para massa.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-638" title="aquecedor2" src="/avicultura/wp-content/uploads/2010/05/aquecedor2.jpg" alt="aquecedor2" width="400" height="206" /></p>
<p><span style="text-decoration: underline;">3.     Incremento calórico proveniente das aves</span></p>
<p>O calor produzido pelos animais também auxilia a manter a carga térmica do galpão. O cálculo é o seguinte:</p>
<p><strong>Qaves = N x W x H</strong></p>
<p>Onde:</p>
<p>N: número de aves alojadas;<br />
W: peso médio das aves (kg);<br />
H: produção de calor específica do tipo e idade da ave por peso.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-636" title="aquecedor3" src="/avicultura/wp-content/uploads/2010/05/aquecedor3.jpg" alt="aquecedor3" width="400" height="194" /></p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Requerimento calórico</span></p>
<p>Quando os fatores que influenciam o requerimento calórico são conhecidos, podemos calcular a quantidade de calor necessária para o galpão.</p>
<p><strong>Qtotal = S x (Qcondução + Qventilação  &#8211; Qaves)</strong></p>
<p>Onde:</p>
<p>S: fator de segurança (1 a 4).</p>
<p>É essencial utilizar um fator de segurança porque a maioria dos galpões não são perfeitamente vedados e uma considerável quantidade de calor pode escapar por frestas. Como regra para galpões que utilizam cortinas novas o fator de segurança é 3.</p>
<p>O segundo passo é determinar o tipo de aquecedor a ser utilizado, sendo que os de queima indireta são sempre a melhor opção. Para o cálculo do número de aquecedores, temos:</p>
<p><strong>Número de aquecedores = Qaquecedor/ HO</strong></p>
<p>Onde:</p>
<p>HO: capacidade de aquecimento do aquecedor (kW).</p>
<p>A capacidade dos aquecedores deve ser informada pelos fabricantes. O calor perdido pela ventilação se refere apenas a ventilação mínima. O correto dimensionamento do sistema de aquecimento é importante para garantir o bem estar da ave e uma boa eficiência produtiva.</p>
<p><em>Por Bruno da Silva Pimenta, médico veterinário Munters Brasil.<br />
bruno.pimenta@munters.com.</em></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>/avicultura/2010/05/23/quantos-aquecedores-eu-preciso/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Valor fertilizante dos dejetos da avicultura</title>
		<link>/avicultura/2010/05/23/valor-fertilizante-dos-dejetos-da-avicultura/</link>
		<comments>/avicultura/2010/05/23/valor-fertilizante-dos-dejetos-da-avicultura/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 23 May 2010 12:50:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Ribeiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cama de Frango]]></category>
		<category><![CDATA[adubo]]></category>
		<category><![CDATA[dejetos]]></category>
		<category><![CDATA[fertilizante]]></category>

		<guid isPermaLink="false">/avicultura/?p=633</guid>
		<description><![CDATA[Há muitos séculos o homem conhece o potencial fertilizante dos dejetos de animais e os utilizam como abudo na produção agrícola. Atualmente, pesquisas são desenvolvidas com o objetivo de promover o melhor aproveitamento dos nutrientes presentes nos dejetos pelas plantas e pelo solo.
Em contrapartida, os nutrientes presentes nos fertilizantes comerciais são, em sua maioria, solúveis [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-640" title="compostagem_dstq" src="/avicultura/wp-content/uploads/2010/05/compostagem_dstq.jpg" alt="compostagem_dstq" width="160" height="100" />Há muitos séculos o homem conhece o potencial fertilizante dos dejetos de animais e os utilizam como abudo na produção agrícola. Atualmente, pesquisas são desenvolvidas com o objetivo de promover o melhor aproveitamento dos nutrientes presentes nos dejetos pelas plantas e pelo solo.</p>
<p>Em contrapartida, os nutrientes presentes nos fertilizantes comerciais são, em sua maioria, solúveis em água e disponíveis às plantas enquanto aqueles presentes nos dejetos de animais estão na forma orgânica e, em grande parte, indisponíveis.</p>
<p><span id="more-633"></span>A melhor resposta para o aproveitamento dos nutrientes contidos nos dejetos, durante sua aplicação e incorporação no solo, é conseguida quando estes dejetos são submetidos a um tratamento prévio no qual objetiva-se a mineralização dos nutrientes tornando-os assimiláveis pelas plantas.</p>
<p>O teor de nutrientes presentes nos dejetos de aves depende de diversos fatores como a idade do animal, alimentação, tipo de instalação, manejo utilizado na criação, genética, clima e conteúdo da cama (quando existente). Por causa disso, a aplicação em áreas de agricultura do produto final do tratamento dos dejetos deve ser baseada no conteúdo individual de nutrientes a partir de uma analise laboratorial.</p>
<p>A aplicação geralmente é baseada nos teores de nitrogênio, fósforo e potássio e as necessidades de nutrientes secundários e micronutrientes são frequentemente supridas durante a recomendação de adubação conforme NPK.</p>
<p>Podemos dizer, com base em estudos anteriores, que durante a adubação com dejetos de aves sem tratamento prévio o nitrogênio terá disponibilidade entre 30 a 80%, conforme o método de adubação. Isso ocorre, pois a maior parte do nitrogênio presente está na forma de amônia, facilitando a perda do nitrogênio para a atmosfera e durante o período de permanência dos dejetos nas instalações.</p>
<p>Quanto à disponibilidade do fósforo e do potássio nos dejetos, pode-se considerar a mesma que os presentes nos fertilizantes comerciais, pois a maior parte desses nutrientes está na forma mineral ou inorgânica. Para a maioria dos tipos de dejetos de animais, 90% do fósforo e do potássio são considerados disponíveis durante o primeiro ano de aplicação no solo e 10% nos demais anos. Apenas 5 a 15% de fósforo ou potássio são perdidos dependendo do manejo dos dejetos.</p>
<p>Além de prover macro e micro-nutrientes às plantas, a adubação com os dejetos de aves fornece matéria orgânica agindo como condicionador do solo. Tal característica afeta positivamente as propriedades físicas e químicas do solo, incluindo melhor absorção de água e retenção de nutrientes, redução da erosão pelo vento e/ou chuvas, promovendo o crescimento de organismos benéficos e aumentando a troca catiônica entre solo e planta, o que significa melhor aproveitamento dos nutrientes presentes no fertilizante.</p>
<p><em>Por Karolina Von Zuben Augusto &#8211; doutoranda em Engenharia Agrícola na Unicamp e assessora técnica em projetos de tratamento de dejetos e de aves mortas em granjas de frangos de corte e de postura comercial.</em></p>
<p><strong>Fonte: Avicultura Industrial</strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>/avicultura/2010/05/23/valor-fertilizante-dos-dejetos-da-avicultura/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Folder “Verdades e mentiras sobre o frango abatido na hora”</title>
		<link>/avicultura/2010/05/22/folder-%e2%80%9cverdades-e-mentiras-sobre-o-frango-abatido-na-hora%e2%80%9d/</link>
		<comments>/avicultura/2010/05/22/folder-%e2%80%9cverdades-e-mentiras-sobre-o-frango-abatido-na-hora%e2%80%9d/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 23 May 2010 02:07:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Ribeiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[abatedouros]]></category>
		<category><![CDATA[folder]]></category>
		<category><![CDATA[frango abatido na hora]]></category>
		<category><![CDATA[frango vivo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">/avicultura/?p=253</guid>
		<description><![CDATA[

Folder para a Prefeitura de Diadema sobre a situação das avícolas na cidade.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://luanacoelho.files.wordpress.com/2007/09/folder-avicolas-capa.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-252" title="folder-avicolas-capa" src="/avicultura/wp-content/uploads/2009/12/folder-avicolas-capa.jpg" alt="folder-avicolas-capa" width="349" height="246" /></a></p>
<p><a href="http://luanacoelho.files.wordpress.com/2007/09/folder-avicolas-miolo.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-251" title="folder-avicolas-miolo" src="/avicultura/wp-content/uploads/2009/12/folder-avicolas-miolo.jpg" alt="folder-avicolas-miolo" width="350" height="247" /></a></p>
<p>Folder para a Prefeitura de Diadema sobre a situação das avícolas na cidade.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>/avicultura/2010/05/22/folder-%e2%80%9cverdades-e-mentiras-sobre-o-frango-abatido-na-hora%e2%80%9d/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Cobb &#8211; Guia de Manejo de Matrizes em português</title>
		<link>/avicultura/2010/05/06/cobb-guia-de-manejo-de-matrizes-em-portugues/</link>
		<comments>/avicultura/2010/05/06/cobb-guia-de-manejo-de-matrizes-em-portugues/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 06 May 2010 15:51:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Ribeiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Manuais Técnicos]]></category>
		<category><![CDATA[cobb]]></category>
		<category><![CDATA[guia de manejo]]></category>
		<category><![CDATA[manual]]></category>
		<category><![CDATA[matrizes]]></category>

		<guid isPermaLink="false">/avicultura/?p=321</guid>
		<description><![CDATA[O compromisso da Cobb com o melhoramento genético da raça Cobb 500 continua a elevar o potencial de desempenho de frangos e matrizes de corte em todas as áreas de produção. No entanto, para realizar plenamente o potencial genético da raça e alcançar níveis uniformes de produção, é importante que o encarregado do plantel adote um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O compromisso da Cobb com o melhoramento genético da raça Cobb 500 continua a elevar o potencial de desempenho de frangos e matrizes de corte em todas as áreas de produção. No entanto, para realizar plenamente o potencial genético da raça e alcançar níveis uniformes de produção, é importante que o encarregado do plantel adote um bom programa de manejo e siga suas diretrizes.</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-322" title="manual_cobb_manejo_matrizes" src="/avicultura/wp-content/uploads/2009/12/manual_cobb_manejo_matrizes.jpg" alt="manual_cobb_manejo_matrizes" width="328" height="452" /></p>
<p>O êxito das matrizes de corte Cobb 500 no mundo todo propicia grande experiência de manejo desta raça em várias situações: climas quentes e frios, ambientes controlados e galpões abertos. Este Guia de Manejo de Matrizes COBB foi elaborado com o objetivo de auxiliar na elaboração do programa de manejo.</p>
<p>O manejo deve não só satisfazer as necessidades básicas dos plantéis, mas também precisa funcionar adequadamente para que o potencial das aves seja aproveitado integralmente. Pode ser preciso adaptar algumas diretrizes dependendo da localidade, de acordo com a experiência em cada região. Nossa equipe técnica fornecerá assistência na realização dessa tarefa.</p>
<p>O Guia de Manejo de Matrizes enfatiza os fatores críticos que mais provavelmente poderão interferir no desempenho dos plantéis, sendo um dos instrumentos do nosso serviço de informações técnicas, que inclui o Manual de Incubação da Cobb, o Guia de Manejo de Frangos de Corte da Cobb, os Boletins Técnicos e uma grande variedade de gráficos de desempenho. Nossas recomendações têm como base o conhecimento científico atualizado, aliado à experiência prática com aves no mundo todo. A legislação local, que poderá influenciar as práticas de manejo adotadas, deve ser observada.</p>
<p><span id="more-321"></span>O Guia de Manejo de Matrizes COBB foi criado para ser uma referência e uma ferramenta adicional no aperfeiçoamento das técnicas de manejo, para que, com conhecimento e critério, se possam alcançar bons resultados, de forma contínua, com a família de produtos Cobb.</p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;">Download: <a class="downloadlink" href="/avicultura/wp-content/plugins/download-monitor/download.php?id=22" title=" downloaded 2247 times" >Cobb - Guia de Manejo de Matrizes (2247)</a></span></strong></p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;"><br />
</span></strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>/avicultura/2010/05/06/cobb-guia-de-manejo-de-matrizes-em-portugues/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Transformações Recentes na Avicultura de Corte Brasileira: O caso do Modelo de Integração</title>
		<link>/avicultura/2010/03/28/transformacoes-recentes-na-avicultura-de-corte-brasileira-o-caso-do-modelo-de-integracao/</link>
		<comments>/avicultura/2010/03/28/transformacoes-recentes-na-avicultura-de-corte-brasileira-o-caso-do-modelo-de-integracao/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 28 Mar 2010 16:08:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Ribeiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estudos]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Economia dos Custos de Transação]]></category>
		<category><![CDATA[Modelo de Integração de Avicultura de Corte]]></category>

		<guid isPermaLink="false">/avicultura/?p=624</guid>
		<description><![CDATA[
O objetivo deste paper foi realizar uma análise das transformações recentes observadas na avicultura de corte brasileira, transformações estas consubstanciadas na introdução do modelo de integração baseado no médio/grande produtor. Além de apresentar as principais características deste novo modelo, procura-se apontar fatores explicativos para a sua introdução como a necessidade de ganhar competitividade pela redução [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-623" title="aperto_de_mao" src="/avicultura/wp-content/uploads/2010/03/aperto_de_mao-293x300.jpg" alt="aperto_de_mao" width="293" height="300" /></p>
<p>O objetivo deste paper foi realizar uma análise das transformações recentes observadas na avicultura de corte brasileira, transformações estas consubstanciadas na introdução do modelo de integração baseado no médio/grande produtor. Além de apresentar as principais características deste novo modelo, procura-se apontar fatores explicativos para a sua introdução como a necessidade de ganhar competitividade pela redução dos custos de transação, produção e de logística. O paper procura, também, apresentar os prováveis impactos sócio-econômicos, ambientais e regionais que a disseminação deste novo modelo na avicultura de corte brasileira pode desencadear.</p>
<p>Sob quaisquer aspectos que se analise a evolução da avicultura de corte brasileira nos últimos 10 anos, iremos nos deparar com uma série de dados e informações que apontam para um grande dinamismo do setor. Considerando as três principais atividades de produção de proteína animal, desenvolvidas no país, a avicultura de corte foi a que apresentou maior dinamismo neste período. A produção de carne de frango passa de 2.628 mil toneladas de equivalente carcaça, em 1991 (ANUALPEC, 2000), para 5.700 mil toneladas, em 2000,2 uma variação de 116,89% ou uma taxa de crescimento anual de 8,98%. Este crescimento é significativamente maior que o observado para a produção de carne de suínos (5,15% ao ano) e de bovinos (2,60% ao ano). Este dinamismo fez com que a importância sócioeconômica do setor de avicultura de corte brasileiro aumentasse significativamente.</p>
<p><span id="more-624"></span></p>
<p>Em termos mundiais, esta dinâmica está, também, presente na avicultura. Vejamos a evolução recente destas três principais fontes de proteína animal (ANUALPEC, 2000). A produção de carne de frango passa de 28.476 mil toneladas em 1991 para 41.164 mil toneladas em 2000, apresentando uma taxa de crescimento anual de 4,17% (44,55% em todo o período). A produção de carne suína passa de 67.482 mil toneladas em 1991 para 78.137 mil toneladas em 2000, com taxa de crescimento mensal de 1,64% (variação de 15,78% em todo período). A produção de carne bovina passa de 51.650 mil toneladas em 1991 para 49.157 mil toneladas em 2000, com taxa negativa de 0,52% ao ano ou variação negativa de &#8211; 4,81% em todo o período. Assim, em nível mundial, enquanto a produção de carne bovina se mantém estagnada, com tendências à queda, e a de suíno apresenta um pequeno crescimento, a produção de carne de aves apresenta o significativo crescimento de 4,17% ao ano no período de 1991 a 2000. A julgar pelo elevado índice de doenças que vem acometendo, em escala mundial, os principais rebanhos bovinos (vaca louca e aftosa no rebanho europeu, e aftosa no rebanho Brasileiro e Argentino), a tendência é de queda na produção e no consumo de carne de boi e de crescimento da produção de outras carnes, principalmente, de carne de frango.</p>
<p>(&#8230;)</p>
<p>Nesses últimos 40 anos, a base técnica do processo produtivo da avicultura de corte tem passado por transformações importantes, tornando-o cada vez mais intensivo no uso de inovações tecnológicas modernas. Além da evolução da biotecnologia nas áreas de genética e nutrição das aves (GOODMAN, SORJ &amp; WILKINSON, 1990; FRANÇA, 2000), outras mudanças fazem parte desse processo, no que tange à crescente busca de estratégias competitivas pelas empresas integradoras, aos ganhos de escala na redução dos custos de produção e de transação, na elevação da produtividade e, conseqüentemente, na competitividade nos mercados internos e externos.</p>
<p>No início dos anos 60 começa a constituição da moderna avicultura de corte brasileira, baseada em um modelo de produção que consistia na integração, quase sempre pequeno produtor versus grande agroindústria, com uso intensivo de inovações tecnológicas modernas – quando se compara este modelo com o modelo que até então predominava no país &#8211; e produção concentrada na região sul do país. A produção de carne de frango, até então, era realizada de forma artesanal, com baixa utilização das tecnologias modernas, e estava disseminada por todo o país.</p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;">Download estudo completo: <a class="downloadlink" href="/avicultura/wp-content/plugins/download-monitor/download.php?id=41" title=" downloaded 1034 times" >Transformações Recentes na Avicultura de Corte Brasileira: O caso do Modelo de Integração (1034)</a></span></strong></p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;"><br />
</span></strong></p>
<p><strong>José Flôres Fernandes Filho</strong><br />
Professor Adjunto IV do Instituto de Economia da Universidade Federal de Uberlândia – UFU eDoutor em Economia de Empresas pela EAESP/FGV. E-mail: jfernandes@ufu.br<br />
<strong> Antônio Marcos Queiroz</strong><br />
Mestrando em Desenvolvimento Econômico do PPE do IE/UFU.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>/avicultura/2010/03/28/transformacoes-recentes-na-avicultura-de-corte-brasileira-o-caso-do-modelo-de-integracao/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Qualidade Química e Bacteriológica da Água utilizada na Dessentação de Aves</title>
		<link>/avicultura/2010/03/28/qualidade-quimica-e-bacteriologica-da-agua-utilizada-na-dessentacao-de-aves/</link>
		<comments>/avicultura/2010/03/28/qualidade-quimica-e-bacteriologica-da-agua-utilizada-na-dessentacao-de-aves/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 28 Mar 2010 16:01:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Ribeiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estudos]]></category>
		<category><![CDATA[água]]></category>
		<category><![CDATA[bacteriologia]]></category>
		<category><![CDATA[cloro]]></category>
		<category><![CDATA[qualidade química]]></category>

		<guid isPermaLink="false">/avicultura/?p=620</guid>
		<description><![CDATA[A demanda de água vem crescendo em todo mundo devido ao crescimento populacional. Como conseqüência, uma pressão descontrolada é exercida sobre os ecossistemas de água doce, que são destruídos pela poluição e uso inadequado. Somente uma consciência formada e ativamente exercida sobre a importância da água para a vida, saúde, melhoria de condições sociais e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-621" title="1234266385bebedouro" src="/avicultura/wp-content/uploads/2010/03/1234266385bebedouro-225x300.jpg" alt="1234266385bebedouro" width="225" height="300" />A demanda de água vem crescendo em todo mundo devido ao crescimento populacional. Como conseqüência, uma pressão descontrolada é exercida sobre os ecossistemas de água doce, que são destruídos pela poluição e uso inadequado. Somente uma consciência formada e ativamente exercida sobre a importância da água para a vida, saúde, melhoria de condições sociais e produção de alimentos destinados a crescente população mundial, fará com que sejam priorizados os investimentos neste setor.  O desenvolvimento industrial e a expansão da agropecuária intensiva, para atender as necessidades cada vez maiores da população mundial, têm sido responsabilizados pela maior parcela do consumo e poluição das reservas de água doce.  Do total de água disponível no mundo, 97,5% é salgada e está em oceanos e mares, 2,4% é doce, porém está armazenada em geleiras ou regiões subterrâneas de difícil acesso. Apenas 0,1% da água doce do planeta é encontrada em rios, lagos e na atmosfera, de fácil acesso às necessidades do homem, e o Brasil detém 12% do total dessas reservas (MACEDO, 2004).  O Brasil está se tornando uma potencia agrícola global, graças a vários fatores importantes, mas principalmente porque somos privilegiados em termos de disponibilidade de água doce. Este fato nos assegura um fator diferenciador único para o futuro de nossa avicultura e de seu papel no suprimento das necessidades mundiais por produtos avícolas (DESOUZART, 2006).  A indústria avícola brasileira teve um crescimento expressivo sendo hoje mundialmente reconhecida como uma grande fornecedora, pois tem sido hábil em suprir o mercado brasileiro e mundial com produtos de alta qualidade. Para atender as exigências do mercado crescente, conceitos de qualidade estão sendo implantados em todos os níveis e setores de produção, para manutenção da saúde das aves e obtenção de produtos qualidade sem risco à saúde pública.</p>
<p><span id="more-620"></span>Quanto à exigência do mercado interno e externo, LUCAS JÚNIOR (2004) relata que, várias são as ferramentas que de forma direta ou indireta estimulam o setor produtivo a melhorar não só a produtividade, bem como seu processo produtivo, conferindo-lhes selos e ou certificados, obtendo-se produtos diferenciados com retorno econômico, ambiental e social.  A avicultura, sendo uma indústria de produção animal de características intensivas, é caracterizada por rápido ciclo de produção, adensamento de animais, advento constante de novas tecnologias de criação e manejo para melhoria da produção e da qualidade dos produtos destinados ao consumo humano. Devido a isto, é de fundamental importância o uso racional da água de boa qualidade. Além de nutriente essencial, a água é utilizada na higiene das instalações, na melhoria das condições climáticas dentro das instalações, como veículo de vacinas, medicamentos e nutrientes, devendo para isto possuir constituição física, química e microbiológica adequadas.  Quando utilizada na dessedentação das aves, visto que todos os animais têm acesso à mesma fonte, o uso de água de qualidade duvidosa pode interferir nos índices zootécnicos e na disseminação de enfermidades, acarretando graves prejuízos econômicos, além de carrear agentes patogênicos de doenças de interesse em saúde pública.  Aliados à genética, os programas de biosseguridade, nutrição, profilaxia e manejo, promovem e mantêm a saúde e o desempenho produtivo das aves, com o objetivo de dar garantia de qualidade aos produtos avícolas destinados ao consumo humano, carne e ovos. Neste aspecto, também é exigida a garantia de qualidade de todos os insumos necessários ao processo produtivo e entre eles a água assume importância vital, não havendo substituto, em virtude das funções que ela exerce (PENDLETON &amp; SCHEIDELER, 1995).</p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;">Download estudo completo: <a class="downloadlink" href="/avicultura/wp-content/plugins/download-monitor/download.php?id=40" title=" downloaded 898 times" >Qualidade Química e Bacteriológica da Água utilizada na Dessentação de Aves (898)</a></span></strong></p>
<p>VIII SIMPÓSIO BRASIL SUL DE AVICULTURA<br />
Nilce Maria Soares Q. Gama<br />
PqC V – Unidade Laboratorial de Patologia Avícola/CAPTAA/Instituto Biológico</p>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">VIII SIMPÓSIO BRASIL SUL DE AVICULTURA</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Nilce Maria Soares Q. Gama</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">
<p>PqC V – Unidade Laboratorial de Patologia Avícola/CAPTAA/Instituto Biológico</p>
<p>VIII SIMPÓSIO BRASIL SUL DE AVICULTURA</p>
<p>Nilce Maria Soares Q. Gama</p>
<p>PqC V – Unidade Laboratorial de Patologia Avícola/CAPTAA/Instituto BiológicoVIII SIMPÓSIO BRASIL SUL DE AVICULTURA</p>
<p>Nilce Maria Soares Q. Gama</p>
<p>PqC V – Unidade Laboratorial de Patologia Avícola/CAPTAA/Instituto Biológico</p></div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>/avicultura/2010/03/28/qualidade-quimica-e-bacteriologica-da-agua-utilizada-na-dessentacao-de-aves/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Qualidade Microbiologica do Frango Abatido em Estabelecimentos de Diferentes Portes</title>
		<link>/avicultura/2010/03/28/qualidade-microbiologica-do-frango-abatido-em-estabelecimentos-de-diferentes-portes/</link>
		<comments>/avicultura/2010/03/28/qualidade-microbiologica-do-frango-abatido-em-estabelecimentos-de-diferentes-portes/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 28 Mar 2010 15:50:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Ribeiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estudos]]></category>
		<category><![CDATA[abatedouros de frango]]></category>
		<category><![CDATA[Microbiologia da carne de frango]]></category>
		<category><![CDATA[salmonelas em carne de ave]]></category>

		<guid isPermaLink="false">/avicultura/?p=616</guid>
		<description><![CDATA[
Dois tipos de estabelecimentos de processamento de aves &#8211; uma planta automática moderna (A) e um abatedouro artesanal de pequeno porte (B) &#8211; foram comparados para qualidade microbiol6gica do frango abatido. Cada estabelecimento foi visitado três vezes com intervalos de sete dias. Em cada ocasião foram coletadas, do abatedouro A, amostras de frangos após a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-617 aligncenter" title="abatedouro_moderno" src="/avicultura/wp-content/uploads/2010/03/abatedouro_moderno.jpg" alt="abatedouro_moderno" width="500" height="375" /></p>
<p>Dois tipos de estabelecimentos de processamento de aves &#8211; uma planta automática moderna (A) e um abatedouro artesanal de pequeno porte (B) &#8211; foram comparados para qualidade microbiol6gica do frango abatido. Cada estabelecimento foi visitado três vezes com intervalos de sete dias. Em cada ocasião foram coletadas, do abatedouro A, amostras de frangos após a depenagem, evisceração e resfriamento e de partes e miúdos de frango ap6s o resfriamento; do abatedouro B coletou-se amostras de frangos após a depenagem e após evisceração e lavagem, bem como de partes e múdos após lavagem. Nas amostras foram feitas análises para bactérias mes6filas, coliformes fecais, Staphylococcus aureus e do gênero Salmonella. As aves abatidas na planta A apresentaram menor contaminação por bactérias mes6filas, bactérias do grupo coliforme e salmonelas que as abatidas no estabelecimento B. No entanto, a contaminação por s. aureus foi mais elevada nos produtos procedentes do abatedouro A que naqueles do abatedouro B.</p>
<p><span id="more-616"></span></p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;">Download estudo completo: <a class="downloadlink" href="/avicultura/wp-content/plugins/download-monitor/download.php?id=39" title=" downloaded 962 times" >Qualidade Microbiologica do Frango Abatido em Estabelecimentos de Diferentes Portes (962)</a></span></strong></p>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">NÁDIA ACCIOL Y N. MACHADO **</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">JORGE F. FUENTES ZAPATA ***</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">MARIA ECILDA L. VASCONCELOS ***</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">MARIA ANGELA T. BARROSO ***</div>
<p>Fonte: NÁDIA ACCIOL Y N. MACHADO, JORGE F. FUENTES ZAPATA, MARIA ECILDA L. VASCONCELOS e MARIA ANGELA T. BARROSO</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>/avicultura/2010/03/28/qualidade-microbiologica-do-frango-abatido-em-estabelecimentos-de-diferentes-portes/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
